Greve continua e tensão aumenta em hospital de Criciúma

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A paralisação dos trabalhadores do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma, vai continuar. Após uma assembleia realizada na manhã desta sexta-feira, a categoria decidiu manter a greve por tempo indeterminado.

A decisão envolve principalmente enfermeiros e técnicos de enfermagem da unidade, que reclamam de problemas que ainda não foram totalmente resolvidos.

Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região, Cléber Ricardo da Silva Cândido, parte das reivindicações até avançou, mas ainda existem pendências que estão pesando no bolso dos trabalhadores.

Entre as principais reclamações estão descontos ligados a empréstimos consignados e inconsistências nos valores da folha de pagamento, principalmente no repasse das diferenças do complemento do piso da enfermagem.

“O trabalhador cansou de esperar. Algumas situações foram resolvidas parcialmente, mas ainda existem prejuízos. Por isso a decisão foi manter a paralisação até que tudo seja regularizado”, afirmou o presidente do sindicato.

Mesmo com a greve, o hospital segue funcionando em áreas consideradas essenciais. Os atendimentos na UTI e no Pronto-Socorro continuam normalmente. Já outros setores operam com cerca de 50% da equipe, como prevê a legislação em casos de paralisação.

Atualmente, a unidade conta com aproximadamente 320 trabalhadores. A mobilização começou logo após a assembleia realizada no início da manhã.

Agora, a expectativa da categoria é que as pendências sejam resolvidas para que os profissionais possam retomar as atividades normalmente. Enquanto isso não acontece, a greve segue sem prazo para terminar.

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