Caso do cão “Parmesão” pintado gera revolta e investigação em Criciúma

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Um possível caso de maus-tratos contra um cão comunitário está gerando indignação em Criciúma. O animal, conhecido como “Parmesão”, foi encontrado com tinta guache espalhada pelo corpo, levantando suspeitas de envolvimento em um trote universitário.

O caso veio à tona na última sexta-feira (27), após voluntários perceberem que o cachorro estava com tinta na cabeça, no dorso e até em regiões sensíveis. Como a limpeza inicial não foi suficiente, o animal foi encaminhado para atendimento veterinário.

A preocupação aumentou porque Parmesão já havia sido tratado dias antes por um problema de pele. A presença da tinta, principalmente próxima aos olhos e mucosas, poderia causar irritações e até intoxicação.

Até agora, não há confirmação sobre quem teria cometido o ato. A suspeita é de que tudo tenha ocorrido durante um trote fora do campus, mas sem provas concretas até o momento.

O caso mobilizou estudantes, voluntários e entidades acadêmicas, que passaram a buscar informações e reforçar ações de conscientização. Além disso, houve apoio para custear o atendimento do animal.

Em nota, a Unesc lamentou o ocorrido e reforçou que não aceita trotes que não sejam solidários. A instituição também informou que abriu uma investigação interna, mesmo com o caso tendo ocorrido fora da universidade.

Parmesão foi atendido, passa bem e agora está disponível para adoção. O episódio reacende o alerta sobre respeito aos animais e responsabilidade coletiva com os chamados cães comunitários.

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