quinta-feira, junho 17, 2021
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Polícia gaúcha apreende 6,2 toneladas de pescado irregular que viriam para Laguna

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Foto: Divulgação/BMRS

Carga foi considerada ilegal pelo Ibama por não possuir nota fiscal idônea. Assim, todo o pescado foi apreendido e encaminhado para distribuição no programa Mesa Brasil, iniciativa mantida pelo Serviço Social do Comércio (Sesc). A polícia registrou um boletim de ocorrência pelo crime de falsidade documental.

Mais de seis toneladas de pescado que viriam para Laguna foram apreendidas, na última quinta-feira, 11, durante operação conjunta de fiscalização realizada pelos comandos Ambiental e Rodoviário da Brigada Militar (BM, que equivale à Polícia Militar catarinense), com suporte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e Receita Estadual do Rio Grande do Sul.

De acordo com a corporação militar, a ação de fiscalização realizada em rodovias gaúchas foi denominada de Decápode, em referência aos camarões existentes nas águas sulistas do Brasil. A abordagem ao caminhão que transportava, ao todo, 6,2 toneladas de peixe, ocorreu na RS-267, por volta de 19h15. O veículo foi parado pela Polícia Rodoviária Estadual após informações captadas pelas agências de inteligência do Comando Ambiental.

O caminhão vinha de São Lourenço do Sul. O motorista apresentou uma nota fiscal que registrava a cidade gaúcha de Rio Grande como destino final para a carga, onde iria para uma empresa especializada. Mas ele acabou revelando mais tarde que transportava o pescado para uma companhia de pescados de Laguna, apresentando uma segunda nota que constava o município catarinense como destino.

Por causa das divergências de versões, o caminhoneiro foi conduzido para a Polícia Militar Ambiental de Pelotas, junto com a carga. No dia seguinte, sexta-feira, fiscais do Ibama e da Receita vistoriaram a carga e as notas fiscais, concluindo que o documento não era adequado para o transporte dos pescados. Eles aplicaram R$ 15 mil de multa ao condutor.

Já a carga foi considerada ilegal pelo Ibama por não possuir nota fiscal idônea. Assim, todo o pescado foi apreendido e encaminhado para distribuição no programa Mesa Brasil, iniciativa mantida pelo Serviço Social do Comércio (Sesc). A polícia registrou um boletim de ocorrência pelo crime de falsidade documental.

Foto: Divulgação/BMRS

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