O espetáculo foi baseado na ideia inevitável de que ciclos começam e terminam. E provoca a reflexão, por meio da dança, de que é possível passar por isso e extrair lados positivos. “Uma sensível reflexão em busca de respostas, levada por muita dança, músicas que contam história, luzes e paixão”

“Ciclos é, sem dúvidas, foi maior desafio até então. Estamos voltando com a certeza de estar vivendo um ciclo muito especial, um momento ímpar na história do Studio Voga”, afirma Dejair Borges, diretor do Voga.

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