Operação Lacre Ambiental entra no seu 14º dia de atuação

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No seu 14º dia de atuação, a operação ‘Lacre Ambiental’ interviu na região norte do Mar Grosso, nas imediações da Praça do Vila. Hoje, a drenagem em um ponto da rua Paulo Querino começou a ser aberta, desta forma, os fiscais da Fundação Lagunense do Meio Ambiente e da Vigilância Sanitária, puderam verificar a instalação de canos irregulares na rede pluvial, o esgoto clandestino.

As redes de drenagem deveriam receber somente a água da chuva. No entanto, como tem constatado a Operação Lacre Ambiental, há ligações de esgoto de prédios e condomínios na região do Mar Grosso conectadas de forma clandestina à rede pluvial. Quando chove, essa irregularidade fica visível: extravasa e alaga as ruas com esgoto misturado à chuva.

Há uma equipe, na avenida Beira-Mar, que está construindo uma caixa receptora maior da drenagem da água da chuva, na rua Lazáro Chede e Paulo Querino. Um caminhão de sucção é utilizado para limpar as bocas de lobos e auxiliar no escoamento dos dejetos. De acordo com o secretário de Obras, Renato de Oliveira, tubos de concretos são substituídos. Em determinados pontos instalações suspeitas onde não é observado o sistema da Casan e também pluvial, são lacradas.

Novas frentes da operação Lacre Ambiental serão efetuadas em outros regiões do Mar Grosso. A operação não tem prazo para encerrar.“O trabalho será longo, e não tem data para acabar. Precisamos abrir as ruas para podermos detectar in loco os problemas de obstrução e de esgoto clandestino. Uma ação inédita”, explica a presidente da Fundação Lagunense do Meio Ambiente, Deise Xavier Cardoso.

 A Ação é da Fundação Lagunense do Meio Ambiente (Flama), Secretaria de Obras, Vigilância Sanitária, Casan, fiscalização e Guarda Municipal.

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