Máscaras cirúrgicas para coronavírus: todos os servidores de hospitais precisam usar?

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Side view of young female surgeon tying her surgical mask

Além do álcool em gel, a máscara descartável é muito buscada por supostamente proteger contra o novo coronavírus

Tubarão

Há um mês, à pandemia do novo Coronavírus tem deixado o morador da região, do Estado e do Brasil atentos aos cuidados preventivos. Itens anteriormente ignorados por boa parte da população ganharam fama. Como é o caso das máscaras cirúrgicas descartáveis e do álcool em gel.

Nos hospitais esses itens são bem comuns e para uma boa parcela dos servidores necessários. Nesta sexta-feira, o Portal Notisul recebeu um questionamento sobre a necessidade de todos os funcionários do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), utilizarem a máscara cirúrgica.

Em contato com profissionais de comunicação do HNSC, foi informado que nem todos os servidores da instituição precisam utilizar as máscaras. Segundo as orientações técnicas da Anvisa, pacientes com sintomas de infecção respiratória (febre, tosse, espirros e com dificuldade para respirar). Profissionais de saúde e de apoio que prestarem assistência a menos de 1 metro do paciente suspeito ou confirmado. As máscaras devem ser utilizadas para evitar a contaminação da boca e nariz do profissional de saúde por gotículas respiratórias, quando o mesmo atuar a uma distância inferior a 1 metro do paciente suspeito ou confirmado de infecção pelo novo coronavírus.

Sobre a máscara N95 ou equivalente: profissionais de saúde que realizam procedimentos geradores de aerossóis como por exemplo: intubação ou aspiração traqueal, ventilação é quem deve utilizar o equipamento. Quando o profissional atuar em procedimentos com risco de geração de aerossol nos pacientes com infecção suspeita ou confirmada pelo novo coronavírus deve utilizar a máscara de proteção respiratória (respirador particulado) com eficácia mínima na filtração de 95% de partículas de até 0,3μ (tipo N95, N99, N100, PFF2 ou PFF3). São exemplos de procedimentos com risco de geração de aerossóis: intubação ou aspiração traqueal, ventilação não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, coletas de secreções nasotraqueais e broncoscopias.

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