quarta-feira, novembro 21, 2018
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Lei que cria novos cargos é aprovada e gera polêmica

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Foto: Elvis Palma

A Sessão da Câmara de Vereadores de Laguna na última segunda-feira foi movimentada. De um lado, integrantes do Sindicato dos Servidores Públicos de Laguna, do outro, os vereadores. O assunto era a aprovação ou não do projeto de lei complementar que autorizaria a prefeitura a criar novos cargos comissionados. 

O projeto foi aprovado pela maioria dos vereadores, com apenas um voto contra, o do vereador Preto Crippa.

Na segunda-feira, o presidente do Sindicato, Azomar Miranda, enviou um ofício à Câmara solicitando a não aprovação do projeto em questão. Segundo o ofício, na época eleitoral o prefeito Mauro Candemil e o vice Júlio César Willemann se reuniram na sede do sindicato e se comprometeram a não inchar a máquina pública, “tendo, inclusive, assumido o compromisso, de realizar a redução de cargos comissionados e a imediata valorização do servidor municipal efetivo”, diz.

Mas a aprovação do projeto de lei foi efetivada e o prefeito Mauro Candemil já sancionou a lei complementar. Porém, segundo o presidente da Câmara de Vereadores de Laguna, Cleosmar Fernandes, existe um equívoco no entendimento desta lei complementar. 

Ele explica que de fato serão criados apenas quatro novas vagas a serem preenchidas, uma para o setor de licitação, outra para biólogo na Flama, um para advogado e outro para assessor de gabinete. “O que aconteceu é que em uma lei anterior haviam sido criados 26 cargos. Destes, pelo artigo 11º, foram extintos 13. Dos 13 que sobraram, nove já estavam ocupados, mas sem um cargo efetivamente criado. E agora então só sobraram quatro vagas a serem preenchidas”, explica.

Cleosmar Fernandes ainda explica que os nove cargos teoricamente já ocupados são de pessoas que estavam lotadas no gabinete do prefeito, mas que trabalhavam em outras secretarias. “O que se fez foi regularizar as vagas para que estes funcionários fossem removidos para as vagas corretas”, pontua.

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