Clima

Clima (14)

Mudança no tempo deixa região em estado de alerta nesta terça e quarta-feira

Pancadas isoladas de chuva com vento e granizo podem trazer prejuízos em pontos isolados.
Até a noite desta terça-feira (17), as cidades da região Sul do Estado podem ser atingidas por temporais isolados, acompanhados de granizo e vento forte. Conforme a meteorologia, essas mudanças são típicas do verão. Chove neste momento em diversas cidades, com trovoadas.

O climatologista da Climaterra, Ronaldo Coutinho, destacou a pouco nas redes sociais, a possibilidade de acontecerem novos temporais pelas próximas horas. “Até o fim da noite teremos risco de formar núcleos de trovoada forte/tempestade e pontos bem isolados’, enalteceu. Quanto a temperatura, seguiu alta em todo o Sul. Em Criciúma, foram registrados 34ºC.

O Centro de Meteorologia do Ciram/Epagri, também destacou no início da tarde de hoje (17), a possibilidade de temporais isolados em diversas cidades. “Pancadas isoladas de chuva com descarga elétrica e ventos de 50 a 70 km/h no Oeste e Meio Oeste, Planalto Norte, Planalto Sul e Litoral Sul de SC nas próximas duas horas. (veja no mapa a seguir, o núcleo de tempestado)

CHUVA

Temperatura cai, mas calor continua

Mesmo com a chuva, o calor se manterá em todo o Sul. Conforme o climatologista Homero Haymussi, a chuva pode retornar nesta quarta-feira (18). “Tem uma frente fria passando e poderemos ter chuva a partir do meio dia em algumas cidades, mas sem eventos climáticos intensos”, relatou em sua previsão para a Rádio Cruz de Malta.

Até domingo (22), segundo Haymussi, o tempo seguirá bom e com temperaturas mais baixas. “De quinta a domingo haverá tempo bom e temperaturas máximas de 26 à 29 graus. Madrugadas mais fresquinhas, principalmente na sexta”.

Quanto ao mar, os banhistas devem ficar atentos. “A água estará quente e com muita água viva”, finaliza.

Ventos fortes devem voltar a atingir a região

Alerta indica rajadas que podem ultrapassar os 70km/h em cidades da Amurel.

Depois de três registros de ventos fortes com rajadas próximo e acima dos 100km/h em Tubarão e região, mortes, dezenas de feridos e quase R$ 1 bilhão de prejuízos em todo o Sul do Estado nos últimos 40 dias, a secretaria de Estado da Defesa Civil de Santa Catarina redobrou a atenção e divulgou, ontem, um boletim de alerta de que o fenômeno pode voltar a acontecer entre hoje e amanhã. A previsão indica ventos de quadrante Sul a Sudeste, moderado com fortes rajadas, de 50 a 70 km/h.

Conforme a Epagri/Ciram, as rajadas devem ocorrer entre o Planalto e o Litoral no decorrer desta terça. Os ventos fortes deixarão o mar agitado com ondas de Sudeste de 1,5 a dois metros, e picos de 2,5 metros na costa, oferecendo risco à navegação de pequenas embarcações.

A indicação é que nos ventos fortes é preciso se proteger em local abrigado, longe de placas, de árvores, de postes de energia e de objetos que podem ser arremessados. No mar agitado, o perigo é a navegação e a atividades de pesca, e evitar a prática de surfe.

A previsão desta quarta-feira indica sol com muitas nuvens no Sul de Santa Catarina. Na Grande Florianópolis, chuva no início do dia, com sol no restante do período. Nas demais regiões, permanece com muitas nuvens e chuva isolada, especialmente em áreas próximas ao Paraná, melhorando no fim do dia. A temperatura entra em declínio à noite devido ao avanço de uma massa de ar mais frio para o Estado.

Com informações do Jornal Notisul

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Outdoor cai sobre casa e danifica fiação elétrica, em Sombrio

Corpo de Bombeiros de Sombrio foi acionado para atender duas ocorrências envolvendo outdoors.

As fortes rajadas de vento no Sul do Estado, na tarde dessa quinta-feira (17), entortou e derrubou outdoors pela região. O Corpo de Bombeiros de Sombrio foi acionado para atender duas ocorrências após o vendaval.

Na rua Manuel Teixeira da Rosa, no bairro Raizeira, um outdoor entornou e ameaçava um imóvel ao lado. Foi providenciado o conserto com a empresa responsável pela manutenção da estrutura. Em outro ponto da cidade, um outdoor caiu sobre uma residência.

De acordo com os bombeiros, a área foi isolada e os moradores foram retirados da casa. A Celesc também foi informada sobre caso, pois a estrutura danificou os fios de energia elétrica do local. Conforme informações do Portal Engeplus, a equipe de manutenção do outdoor ficou responsável pela retirada da estrutura do local.

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Novos prejuízos são registrados em Tubarão e região

A passagem de uma frente fria pela região sul ocasionou destelhamentos e falta de energia elétrica em diversos municípios.

O avanço de uma massa de ar mais frio causou vento e chuva forte ontem no fim da tarde em Tubarão. Em alguns pontos da cidade houve queda de energia, como no bairro Dehon e na Vila Moema. A Unisul chegou a suspender as aulas. Segundo a Celesc, Pescaria Brava, Laguna, Jaguaruna, Sangão e Pedras Grandes ficaram sem energia em diversos pontos.

Conforme informações, o mau tempo também causou destelhamentos em Tubarão, estragos em Laguna e Capivari de Baixo. Placas e telhas voaram durante a ventania de aproximadamente 70 km/h.

Nesta sexta-feira, o tempo deve continuar instável na região. Conforme a previsão da Ciram/Epagri, mais nuvens na madrugada e ao amanhecer ocorrem na maioria das regiões do Estado. No Litoral, chove isoladamente no início e fim do dia. A temperatura fica mais baixa na madrugada e amena durante o dia.

No fim de semana, porém, a previsão é de que o sol volte a brilhar na Cidade Azul e municípios vizinhos. Para sábado e domingo, a previsão é de predomínio de sol em todas as regiões de Santa Catarina. No início do sábado, chuviscos na região de Joinville, com temperatura mais baixa na madrugada e amena durante o dia no sábado e elevada no domingo, em todas as regiões. Na segunda-feira, predomínio de sol em todas as regiões do Estado, com temperatura elevada.

Com informações do Jornal Diário do Sul

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Construção do radar meteorológico no Sul deve acontecer em 10 dias

O equipamento móvel custará mais de R$ 3 milhões à Defesa Civil.

Foi definida a empresa que fabricará o radar meteorológico do Sul de SC. A vencedora é a norte-americana Enterprise Electronics Corporation - EEC. A previsão é que em até 10 dias seja dada a ordem de serviço para iniciar a fabricação. O radar meteorológico móvel, vai custar à Defesa Civil SC R$ 3.401.222,00, cerca de 30% de economia em relação ao preço máximo da licitação. Os recursos são do Pacto por SC, através de financiado pelo Banco do Brasil.

O aparelho banda x, com dupla polarização, poderá ser transportado para qualquer Região do Estado, caso haja necessidade. O equipamento terá cobertura de 52 municípios.

Sistema de radares

O Radar de Lontras é o que tem maior cobertura do território estadual, 78, 41%, que corresponde a 192 municípios. Isso representa 74. 546, 87 km². Este já em operação tem sido utilizado para emissão de avisos e alertas por parte dos órgãos responsáveis.

O Radar Oeste, em Chapecó, está em fabricação na Alemanha e até o final do primeiro semestre de 2017 ele estará em funcionamento. Ele deve corresponder a 42, 74% da área do Estado, com 138 municípios. Isso representa 40. 641, 5 km². A empresa já iniciou a construção do prédio do aparelho.

Colaboração: Cleiton Ferrasso - Assessoria de Imprensa - Defesa Civil

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Dados apontam média de vento de 122 km/h e rajada de 220 km/h

O vento que atingiu Tubarão no último domingo foi mais intenso do que se imaginava em um primeiro momento. Isso foi averiguado pelo climatologista Rafael Marques, que aponta que foi confirmado pela Engie, antiga Tractebel, que segundo a leitura do anemômetro instalado em uma torre eólica da empresa a média do vento ficou em 122 km/h, e a rajada mais forte foi de 220 km/h.

“Fizemos contato com a empresa e essa informação vem de fonte confiável. Até então trabalhávamos com a medição da Ciram/Epagri, de que o registro era de 97 km/h. Essa diferença ocorre de um local para outro em função de que uma tempestade tem ventos variáveis em diferentes locais e momentos, diferentemente de furacões e tornados, que têm velocidade mais constante. Exatamente por isso, não podemos classificar como um tornado”, explica Rafael.

O climatologista destaca que fenômenos como tornados têm ventos intensos e passam de forma rápida. Já as características de um furacão são ventos muito fortes e que persistem por um longo tempo, causando intensa destruição.

“É importante destacar que o registro foi de uma rajada de 220 km/h. Essa não foi a velocidade constante do vento em toda a cidade. Claro que foi muito forte e causou grande destruição, mas teria sido bastante pior se essa velocidade fosse constante.”

Com informações do Jornal Diário do Sul

Primeiros números do prejuízo são calculados, em Tubarão

Levantamento definitivo deve ser concluído até a próxima segunda-feira. Até ontem, apontou-se que pelo menos R$ 300 milhões serão necessários para a infraestrutura, e outros R$ 309 milhões por inatividade dos negócios.

O rombo foi mesmo grande. Claro que o maior prejuízo para nós, tubaronenses, foi a perda da vida de Maria Clara de Souza, após uma árvore atingir o carro da família no bairro São João (durante a tempestade do último domingo). Ontem, o secretário de Desenvolvimento Econômico da prefeitura de Tubarão, Clair Teixeira de Souza, informou ao prefeito Olavio Falchetti - PT, o valor preliminar do tamanho do estrago que os ventos de até 220 km/h causaram no setor empresarial de Tubarão: R$ 609 milhões, o que equivale a 20% do Produto Interno Bruto - PIB do município.

Quase a metade deste montante, segundo Clair, tem a ver com a infraestrutura afetada. Estima-se que 5,6 mil empresas tiveram algum tipo de prejuízo estrutural. Cerca de 3,38 mil foram danos de até R$ 5 mil. Sem contar que das oito mil empresas registradas em Tubarão, 90% sofreram com a falta de energia elétrica, especialmente restaurantes e minimercados.

Outros R$ 309 milhões (capital de giro) seriam reflexo de um cálculo do tempo que a atividade econômica deixará de ser exercida, fruto do trabalho de reconstrução. Em somente um galpão, o gasto estimado chega a R$ 30 milhões, e a espera para ser reerguido pode ser de até três meses. “Em muitos casos, a reconstrução exige materiais que não se encontram aqui e demoram para chegar”, explica Clair.

Por meio da Associação Empresarial de Tubarão - Acit, os donos das oito mil empresas já foram orientados a devolveram, até amanhã, um questionário de perdas, para confirmar os números. A ideia é que até a próxima segunda-feira os dados já estejam inseridos no Formulário de Informação de Desastre, do Ministério da Integração Nacional.

Perdas no campo

No meio rural, as perdas são igualmente impressionantes. Estima-se que 150 galpões caíram nas propriedades agrícolas. Adubos, sementes e máquinas elétricas perderam-se com as chuvas.

Poucos animais morreram e, como a suinocultura e a avicultura ficaram mais afastadas do eixo dos ventos, os estragos foram menos piores.


Mais 2 cidades devem decretar situação de emergência

Pescaria Brava foi a quarta cidade da área de abrangência da Amurel a decretar situação de emergência. Ontem, o prefeito Antônio Honorato (PSDB) assinou o decreto n° 211. Situação semelhante é estudada por Imaruí e Pedras Grandes, principalmente devido a avarias em telhados e quedas de postes de energia elétrica, entre outros danos. A Defesa Civil estadual participou da avaliação dos estragos e orientou sobre os procedimentos.

Hoje, às 17 horas, na Associação Empresarial - Acit, o secretário da ADR de Tubarão, Nilton de Campos, e o prefeito Olavio Falchetti - PT, devem receber o presidente do Badesc, José Cláudio Caramori, que detalhará as condições do banco para a liberação de uma linha de crédito especial para auxiliar as empresas destruídas pela tempestade do último domingo.

A Acit se antecipou. Nesta terça-feira, a entidade já orientou o empresariado a registrar, com urgência, ocorrência na Defesa Civil de Tubarão com o cartão CNPJ, ou documento com memorial descritivo informando os danos financeiros ocorridos em termos estruturais e lucro cessante.

Com informações do Jornal Notisul

Empresários buscam recuperação

Donos de empresas de Tubarão de pequeno a grande porte deram início terça-feira à árdua tarefa de se organizar e reiniciar os negócios após o vendaval ter destruído galpões, pavilhões e salas comerciais. Alguns já iniciaram a mudança das atividades para outros endereços, mas outros ainda não sabem o que fazer.

Alguns dos estragos mais impressionantes ocorreram na região do bairro Humaitá de Cima, às margens da SC-370, onde algumas empresas foram totalmente destruídas, do piso ao teto. Tiago Martins Alves, dono da oficina mecânica Top Tech, começou a recolher algumas poucas peças, ferramentas e equipamentos que não foram destruídos.

“O prejuízo foi muito grande, pois havia seis veículos de clientes aqui dentro e todos tiveram perda total. Como era um espaço alugado, o dono do pavilhão também teve prejuízos”, lamentou o empresário, que ainda não sabe qual o futuro da oficina e dos funcionários.

Logo ao lado, Darlan Mendes Marcos, proprietário da Fluxo Indústria de Transformadores Elétricos, já havia acionado duas máquinas para limpar os destroços para retomar os negócios o quanto antes.

“Já providenciei um novo galpão em Tubarão e o que sobrou vamos levar para lá. Pretendo normalizar o atendimento aos clientes em algumas semanas, todos os funcionários continuarão conosco normalmente”, explicou.

Tanto Darlan quanto Tiago, além de dezenas de outros empresários que tiveram perdas, concordam que a abertura de uma linha de crédito oferecida pelo Poder Público seria fundamental para que muitos negócios que formam a economia do município possam ser reconstruídos ou estabilizados.

Com informações do Jornal Diário do Sul

Temperatura pode chegar aos 35 graus neste final de semana na região

Uma massa de ar quente mantem a condição climática até a próxima semana na região.

Uma massa de ar quente manterá o tempo bom e quente durante este final de semana no Sul e grande parte de Santa Catarina. As temperaturas na região podem se aproximar dos 35 graus em algumas cidades.

Conforme o meteorologista Ronaldo Coutinho da Climaterra, o sábado (15) se manterá nesta condição. Segundo previsão, em Criciúma a temperatura máxima pode chegar aos 32 graus. Já em Araranguá, aos 29 graus. Temporais em pontos isolados não estão descartados em função do calor.

No domingo (16), a temperatura sobe ainda mais. Conforme previsão, a máxima deve chegar aos 35 graus.

A condição climática deverá permanecer até terça-feira (18). No dia seguinte, a temperatura cai com a entrada de uma frente fria no Sul do Estado.

Sul em alerta para mais temporais

Temporais nos próximos dias

A população da Região Sul deve se preparar para um período de cerca de sete dias quando devem ocorrer vários eventos de temporais nos três estados. É alto o risco de chuva volumosa e ventania que poderão causar muitos transtornos.

No decorrer desta quinta-feira, 13 de outubro, os temporais ocorrem em todos os estados. A previsão é de um dia com predomínio de nuvens carregadas. Chove várias vezes, a qualquer hora e com muitos raios. Ventos com mais de 80 km/h poderão ocorrer em diversas regiões dos três estados.

O alerta para tempestades vale também para as regiões metropolitanas de Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba.
Durante a sexta-feira, 14, a chuva forte deve se concentrar sobre o Paraná e instabilidade diminui sobre dos demais estados do Sul.

Entre os dias 15 e 18 de outubro, as áreas de instabilidade devem atuar fortes sobre o Rio Grande do Sul provocando temporais em muitas áreas do estado. Santa Catarina e Paraná ainda terão pancadas de chuva e raios, mas com menos intensidade e frequência.

Os mapas mostram a estimativa da chuva, dia a dia, sobre o Sul do Brasil até 18 de outubro. As manchas verdes representam os maiores volumes de chuva que poderão ser acumulados em 24 horas.

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Forte queda da pressão do ar causa tempestades no Sul

As áreas de nuvens carregadas serão geradas por um forte sistema de baixa pressão atmosférica que ficará parado sobre entre o norte da Argentina e o Paraguai pelo menos nos próximos 6 dias.

A forte queda da pressão do ar acelera o movimento do ar de baixo para cima, fazendo com o ar quente e úmido alcance as camadas mais frias da atmosfera para formar as grandes nuvens.

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Quanto mais baixa é a pressão do ar, mais intenso é este movimento ascendente do ar e mais nuvens crescem. Centros de baixa pressão da ordem de 1000 hPa (hectopascal (hPa) representa a medida da pressão atmosférica) ou menores são considerados fortes. Os furacões, tufões e ciclones tropicais são áreas de baixa pressão atmosférica com menos de 1000 hPa. O furacão Matthew que recentemente provocou a chuva torrencial e a ventania, que causaram mortes e grandes inundações no Caribe e sobre por parte da costa leste dos Estados Unidos, chegou a ter pressão mínima de 934 hPa na noite de 4 de outubro de 2016.

Nas imagens de satélite, no padrão de cor "infra colorida" usada na Climatempo, as nuvens mais carregadas aparecem como manchas azuladas, em vermelho e até amarelo. Acompanhe diariamente!

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Entre a noite do dia 14 e a madrugada do dia 17 de outubro, a pressão mínima do centro de baixa pressão atmosférica sobre o norte da Argentina terá flutuações entre 1000 hPa e 994 hPa. A meteorologista Josélia Pegorim comenta sobre o efeito desta baixa pressão sobre o Sul do Brasil nos próximos dias.

Além disso, até o dia 18 de outubro, duas frentes frias vão passar pelo litoral da Região Sul e vão colaborar para manter e reforçar as áreas de instabilidade que se espalham sobre o Sul nos próximos dias.

Grandes volumes de chuva serão acumulados nos próximos 7 dias sobre a Região Sul. Fique atento para o risco de alagamentos, queda de árvores e de outros objetos de grande porte por causa da ventania.

Fonte: climatempo

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