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Família de menino tubaronense com paralisia cerebral precisa de ajuda

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Foto: Arquivo pessoal

O pequeno tubaronense Augustus, de apenas três anos e cinco meses de idade, nasceu com hemiparesia à esquerda (paralisia cerebral) desencadeada por um AVC e um transtorno de processamento sensorial.

O desenvolvimento dele foi todo afetado e, se não continuar o tratamento fisioterápico e terapêutico ocupacional intensivo, terá o quadro clínico agravado, deixando sequelas irreparáveis e limitantes para o resto da vida. O menino faz uso de próteses, palmilhas e bandagens para desenvolver sua marcha de caminhada.

Entretanto, a capacidade de comunicação oral não se desenvolveu e a família realiza diagnóstico com fonoaudióloga. Além disso, precisa do Pediasuit, uma terapia ortopédica – associação do uso da órtese proprioceptiva (vestimenta ortopédica) com uma duração de quatro semanas, com a realização de sessões diárias de quatro horas.

O tratamento custa em torno de R$ 12,5 mil cada e os pais não têm condições de arcar com este valor. “O plano de saúde não está cobrindo as sessões de fisioterapia e terapia ocupacional, órtese e palmilha, nem as avaliações sobre seu transtorno e o Pediasuit”, contam.

A família busca auxílio na Justiça, mas ainda sem sucesso. As despesas mensais com o garoto somam R$ 3,8 mil sem o Pediasuit. Por isso, uma campanha no site Vakinha Online foi lançada. Aos interessados em contribuir, basta acessar este link. É possível auxiliar também por meio de depósitos ou transferências em contas bancárias em noma da mãe do menino, Juliana Fernandes:

Banco do Brasil

Agência 3540-8

Conta Corrente 16138-1

Caixa Econômica Federal

Agência 4439

Operação 001

Conta Corrente 20975-5

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (48) 99660-8331 ou na página Todos juntos pelo Augustus no Facebook.

Com informações do site NSC Total

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