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Empresário de Campo Erê é denunciado por coação política a funcionários

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Tudo começou porque o diretor da Fibroplast anunciou que se Bolsonaro ganhasse no 1º turno haveria uma ‘churrascada’ na empresa, na segunda-feira durante o dia todo. “Nunca pedi voto nenhum, participaria quem quisesse”, disse Luiz Henrique Crestani.

Depois de Luciano Hang, da Havan, ter que cumprir uma determinação do Ministério Público do Trabalho (MPT) se isentando de coação política, agora é a vez do empresário de Campo Erê, Luiz Henrique Crestani, diretor da Fibroplast.

Luiz Henrique  é declaradamente a favor de Bolsonaro, assim como Hang, e nunca escondeu de ninguém sua escolha partidária. Para mostrar que aderiu completamente a campanha,  na quinta-feira antes da eleição o  empresário espalhou pelos corredores da empresa cartazes dizendo que haveria uma ‘churrascada’ , no dia 8  outubro, caso Bolsonaro ganhasse em primeiro turno. Seria o dia todo de festa no local de trabalho.

Na sexta-feira  Luiz Henrique recebeu uma determinação do MPT que colocasse um comunicado, assim como fez com o cartaz anunciando a ‘churrascada”, de que seus funcionários tinham liberdade de escolha partidária. O MPT também determinou que a empresa cumprisse o horário de expediente.

Na sexta de manhã Luiz Henrique chamou os funcionários para anunciar a determinação do MPT e ainda colher assinaturas deles para provar ao órgão público que eles nunca foram coagidos.

“Nunca pedi voto para nenhum funcionário. É direito de todo mundo, inclusive meu, de expressar minha opinião. Não faço ideia de onde veio essa denúncia, mas estou com a consciência tranquila porque estou fazendo a minha parte para mudar o rumo desse país”, disse o empresário. 

Nesta reunião, funcionários se mostraram a favor de Luiz Henrique e agradeceram a liberdade de se expressarem politicamente. Assista ao vídeo:

 

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