sexta-feira, julho 19, 2019
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Chuva de meteoros pode representar ameaças para a Terra, alertam astrônomos

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Terra passa perto do Enxame Beta Tauridas até 18 de julho. Pesquisadores publicaram um artigo onde alertam que isso pode significar uma ameaça aos seres humanos. Meteoros nesse mesmo estilo teriam sido a causa de um evento devastador em 30 de junho de 1908. Naquela época, o impacto de um corpo celeste resultou numa explosão de grandes proporções – do tamanho da cidade de Londres.

Astrônomos estão alertando para um potencial risco que a Terra está passando até o dia 18 de julho, enquanto o movimento de translação carrega o nosso planeta de maneira próxima a uma série de meteoros. Esses asteroides são destroços que foram deixados pelo cometa Encke.

Segundo o Jornal do Brasil, pesquisadores da Universidade do Novo México e da Universidade de Ontário Ocidental publicaram um artigo onde alertam que a chuva de meteoros pode significar uma ameaça para os seres humanos.

Meteoros nesse mesmo estilo teriam sido a causa de um evento devastador que aconteceu no dia 30 de junho de 1908. Naquela época, o impacto de um corpo celeste resultou numa explosão de grandes proporções – do tamanho da cidade de Londres. Na ocasião, foram derrubadas 80 milhões de árvores e acabou sendo gerada uma onda de choque que jogou pessoas a 64 quilômetros de distância.

Cientistas teorizam que eventos dessa categoria e magnitude costumam acontecer apenas uma vez por milênio. Mesmo assim, segundo os astrônomos, existe a possibilidade de que acabe levando menos tempo para acontecer.

O grande perigo para o nosso planeta acontecerá no dia 28 de junho, quando a Terra irá passar a uma distância de 30 milhões de quilômetros da parte central da chuva de meteoros Beta Tauridas. De acordo com o Jornal do Brasil, esse é o mais próximo que estaremos desde 1975.

“Se o objeto de Tunguska [que caiu na Sibéria] tiver sido um membro do Enxame Beta Tauridas, então a última semana de junho de 2019 poderá ser a próxima ocasião com uma grande probabilidade de colisões parecidas com a de Tunguska”

  • Artigo publicado por cientistas das Universidades do Novo México e de Ontário Ocidental

Créditos: Good Free Photos

Fonte: Jornal do Brasil

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